sexta-feira, 23 de outubro de 2026

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Agricultura, a Concentração de Terras e a Fome: Um Diálogo entre a Sociologia e as Questões Ambientais

Uma das questões mais debatidas pela Sociologia é a da superação da pobreza e da fome. Esse é um campo em que a ciência da sociedade dialoga com as questões socioambientais, visto que a maior parte da produção de alimentos vem da agricultura, que é uma atividade econômica diretamente relacionada ao meio ambiente.

Fonte da imagem: Vida Sport.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Estratificação e Desigualdades Sociais: Conceitos Fundamentais

As desigualdades sociais aparecem como algo a ser combatido nos discursos de líderes democráticos, de organismos internacionais e na nossa constituição. De acordo com o inciso III do artigo 3º da Constituição Federal de 1988, estão entre os objetivos da República Federativa do Brasil “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”.

Fonte da imagem: CLACSO.

terça-feira, 26 de maio de 2026

Karl Marx & Friedrich Engels e o Materialismo Histórico e Dialético

Karl Marx (Alemanha, 1818 a 1883) não era sociólogo, já que escreveu antes de Durkheim fundar a Sociologia. Ainda assim, ele influenciou muitos dos sociólogos que vieram depois dele e por isso é considerado um dos clássicos da Sociologia. Ele escreveu muitas obras em parceria com Friedrich Engels (Alemanha, 1820 a 1895), por isso muitas vezes os nomes dos dois autores são citados juntos.

Fonte da imagem: Aventuras na História

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Introdução aos Clássicos da Sociologia: Weber e a Compreensão da Ação Social

Max Weber (1864 a 1920) foi um importante intelectual e político alemão do século XIX. Além de economista e jurista, Weber é conhecido como um dos precursores da Sociologia, ao lado de Émile Durkheim e Karl Marx, sendo considerado um dos autores clássicos dessa ciência.

Fonte da imagem: Brasil Escola.

terça-feira, 3 de março de 2026

Introdução aos Clássicos da Sociologia: Émile Durkheim e os Fatos Sociais

Émile Durkheim (França, 1858 a 1917) é considerado fundador da Sociologia enquanto uma ciência autônoma e acadêmica, vindo a ser o primeiro professor universitário da disciplina. Foi ele o primeiro a delimitar um objeto e um método para a Sociologia (ou seja, aquilo que uma Ciência se propõe a estudar e a maneira que ela vai realizar esse estudo).

Fonte da imagem: Portal Nova Escola.

segunda-feira, 2 de março de 2026

A Sociologia como a Ciência da Sociedade

Vimos anteriormente que a Ciência busca entender o mundo em que vivemos de maneira racional, metódica, sistemática e crítica. Devido a sua vastidão, é impossível que um único cientista estude todo esse mundo, que é ao mesmo tempo natural e social. É por esse motivo que existem as especializações e as divisões da Ciência. Cada grupo de cientistas elege uma parte da realidade para estudar, de acordo com seus interesses e afinidades.

Fonte da imagem: Ex-Isto.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Ciência e Senso Comum: Duas Formas de Ver o Mundo

Os seres humanos vivem em um mundo que é ao mesmo tempo natural e social, ou seja, é formado pela natureza e pelas pessoas. Para viver melhor nesse mundo, as pessoas precisam entender como ele funciona. O conhecimento é a ferramenta que nos ajuda a entender o mundo e ele é produzido de várias maneiras diferentes.

Fonte da imagem: ABS Startups.

terça-feira, 15 de outubro de 2024

Sociologia e Meio Ambiente: Um Início de Conversa

A Sociologia passou a se preocupar com as questões ambientais a partir do momento que elas passaram a intervir diretamente na vida humana, tornando-se questões socioambientais, e motivaram a atuação de diversos movimentos sociais ambientalistas ao redor do mundo. Esses movimentos sociais denunciaram a relação entre a degradação ambiental e o desenvolvimento científico e tecnológico do capitalismo, relação essa que veio a ser comprovada pela Sociologia Ambiental.

Fonte da imagem: 123 Ecos

Um Histórico das Questões Socioambientais

Chamamos de questões socioambientais os discursos que relacionam a sociedade ao meio ambiente. Apesar dessa relação sempre existir, ela ganhou força a partir do momento em que ela se mostra problemática para toda a sociedade. É o que temos visto, por exemplo, em relação às consequências das queimadas provocadas pelo agronegócio.

Fonte da imagem: BBC News

Sociedade e Meio Ambiente: Juntos ou Separados?

Os telejornais, os portais de notícias e as redes sociais têm trazido uma série de notícias sobre as várias queimadas que ocorrem em todo o Brasil. A fumaça que invade várias cidades, levando consigo problemas respiratórios para toda a população, a elevação da temperatura atmosférica e a redução do nível dos rios utilizados para o abastecimento de água das cidades brasileiras são algumas das consequências imediatas desse problema e impõem prejuízos a toda a sociedade. Isso faz com que as discussões sobre o meio ambiente se tornem cada vez mais importantes. Mas o que é meio ambiente?

Fonte da imagem: SSC

quinta-feira, 25 de julho de 2024

As Crises do Capitalismo e a Reestruturação Produtiva: O Enfrentamento aos Efeitos Perversos das Crises do Capital

Com tantas crises acontecendo, como o capitalismo se mantém de pé ainda hoje? Isso acontece devido ao que chamamos de reestruturação produtiva. Em cada período de crise, o capitalismo se reinventa para não desaparecer, modificando a organização da produção, as relações de trabalho e a forma com que os Estados atuam na economia. Por isso, dissemos que o capitalismo passa por ciclos de expansão e crises constantes. Vamos ver agora como o capitalismo se reinventou para enfrentar as crises citadas anteriormente.

Fonte da imagem: Brasil Escola

As Crises do Capitalismo e a Reestruturação Produtiva: As Principais Crises do Capital nos Séculos XX e XXI

Vimos anteriormente que o capitalismo é um sistema socioeconômico que tem como característica inerente a passagem por ciclos de expansão e crises. Esses ciclos acontecem pela influência de forças dentre as quais podemos destacar as inovações tecnológicas, as mudanças nas demandas dos consumidores, a implementação de políticas governamentais e, principalmente as crises econômicas.

Fonte da imagem: Mundo Educação

terça-feira, 23 de julho de 2024

O Genocídio e o Etnocídio Indígena ao Longo da História

Antes de começarmos, é importante definir o que é genocídio e o que é etnocídio. Genocídio é o extermínio deliberado de uma coletividade, seja ela uma comunidade, um grupo étnico-racial, um grupo religioso, dentre outros. O genocídio envolve a eliminação física dos membros dessa coletividade, em partes ou totalmente. Os Aimorés, indígenas comumente conhecidos como Botocudos, habitavam a região de Ilhéus, na Bahia, e o estado do Espírito Santo. Eles foram extintos dada a violência do massacre imposto pelos colonizadores europeus aos povos originários. O etnocídio, por sua vez, é a eliminação da cultura de uma coletividade. É a forma de extinguir simbolicamente o grupo, sem a destruição física de seus membros. Por muito tempo, as línguas indígenas foram proibidas no Brasil, o que fez com que, atualmente, muitos grupos não falem mais sua língua original, como os Tupinikins do Espírito Santo. Isso é o resultado da tentativa da destruição da cultura indígena em nosso país.

Fonte da imagem: Articulação dos Povos Indígenas do Brasil

quinta-feira, 18 de julho de 2024

Uma Introdução ao Estudo Sobre os Povos Indígenas do Brasil

Quando pensamos nos povos que vivem no Brasil desde antes da chegada dos portugueses, pensamos na figura do “índio”. Essa visão é influenciada pela representação homogeneizante dos povos indígenas contida nos livros didáticos mais antigos e naquela trazida pela mídia. Imaginamos que o “índio” é aquele que habita as matas, vive em ocas não usa roupas, pinta o corpo, enfeita-se com penas e caça com arco e flecha. Porém, essa imagem apaga toda a diversidade existente entre os vários povos indígenas que vivem em nosso país.

Fonte da imagem: Wikipedia

quinta-feira, 4 de julho de 2024

Sociologia e Desenvolvimento: A Economia Política Histórico-Institucional

Nos anos 1990, uma nova teoria do desenvolvimento foi elaborada, para confrontar perspectivas segundo as quais os países subdesenvolvidos deveriam seguir os mesmos passos dos países desenvolvidos para alcançarem o desenvolvimento. Trata-se da Economia Política Institucional, ou a Economia Política Histórico-Institucional, que tem como um de seus principais formuladores o economista sul-coreano chamado Ha-Joon Chang (1963 – ).

Fonte da imagem: Forbes

quarta-feira, 12 de junho de 2024

O Mito da Democracia Racial

A perspectiva de Gilberto Freyre influenciou a maneira com que brasileiros e estrangeiros passaram a enxergar as relações raciais no Brasil. Ela favoreceu as conclusões segundo as quais não há racismo em nosso país, as relações entre negros e brancos são pacíficas e harmoniosas entre nós, os negros não sofrem prejuízos devido ao seu pertencimento racial e a nossa sociedade favorece a ascensão de pretos e pardos. Chamamos essas conclusões de mito da democracia racial. Apesar do autor nunca ter usado essa expressão em sua obra, ele fomentou por meio dela esse tipo de pensamento.

Fonte da imagem: Universidade Federal Fluminense

A Teoria da Democracia Racial

A década de 1930 foi um período importante para a formação da identidade nacional. O Governo Brasileiro, sob o comando de Getúlio Vargas, trabalhou ativamente na elaboração de uma nova representação do país e na delimitação da identidade e da cultura brasileiras. Nesse contexto, Gilberto Freyre (1900 – 1987), sociólogo e antropólogo pernambucano, escreveu o livro Casa-Grande e Senzala, oferecendo uma nova interpretação da nossa história.

Fonte da imagem: Diário de Pernambuco

terça-feira, 11 de junho de 2024

As Teorias Raciais e Eugênicas

Entre o final do séc. XIX e a metade do séc. XX, vigorou na ciência mundial duas perspectivas que entendiam as características dos grupos humanos e a relação entre esses grupos a partir de demarcadores vistos como provenientes da natureza. Tratavam-se do determinismo geográfico e do determinismo biológico.

Fonte da imagem: Lavra Palavra

sexta-feira, 7 de junho de 2024

Sociologia e Desenvolvimento: A Teoria do Sistema Mundo

Na década de 1970, no contexto da Guerra Fria, o sociólogo estadunidense chamado Immanuel Wallerstein (1930 – 2019) desenvolveu a Teoria do Sistema-Mundo para oferecer uma nova interpretação sobre o capitalismo e suas dinâmicas. Para tanto, o autor utilizou alguns conceitos marxistas em sua obra.

Fonte da imagem: Jacobina

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